Em Alta
PolíticaCastro Alves Mobiliza Mais de 6 Mil Pessoas em Apoio a LulaEconomiaDólar cai para R$ 5,01 com exterior e expectativa eleitoral no BrasilEconomiaBrasil define cotas para exportar com tarifas reduzidas para a NoruegaEsportesPrêmio TV Brasil Petrobras Para Elas anuncia melhores treinadoresSaúdeSUS passa a contar com novos medicamentos contra o câncerEsportesFutebol feminino: premiação revela finalistas a melhor técnico do anoSaúdeRepórter Tâmara Freire, da Agência Brasil, é finalista no Prêmio SBImEntretenimentoDanniel Vieira revela diagnóstico de câncer de pele e faz alerta sobre exposição ao solSaúdeSaúde inicia oferta de novos medicamentos oncológicos no SUSEconomiaTCU aprova contas do BC de 2025 após desvincular processo do MasterPolíticaCastro Alves Mobiliza Mais de 6 Mil Pessoas em Apoio a LulaEconomiaDólar cai para R$ 5,01 com exterior e expectativa eleitoral no BrasilEconomiaBrasil define cotas para exportar com tarifas reduzidas para a NoruegaEsportesPrêmio TV Brasil Petrobras Para Elas anuncia melhores treinadoresSaúdeSUS passa a contar com novos medicamentos contra o câncerEsportesFutebol feminino: premiação revela finalistas a melhor técnico do anoSaúdeRepórter Tâmara Freire, da Agência Brasil, é finalista no Prêmio SBImEntretenimentoDanniel Vieira revela diagnóstico de câncer de pele e faz alerta sobre exposição ao solSaúdeSaúde inicia oferta de novos medicamentos oncológicos no SUSEconomiaTCU aprova contas do BC de 2025 após desvincular processo do Master
GERAL

Como lidar com as birras das crianças sem gritos ou castigos

Conforme o dicionário online de português, birra significa a consequência de quem contrariaria alguém por capricho, sem razão aparente, especialmente fazendo uma cena, chorando e gritando. A psicóloga Bárbara Emprota explica que esses momentos de fru

R

Rádio Agência Nacional

Como lidar com as birras das crianças sem gritos ou castigos
Créditos: Beatriz Bulhões

Conforme o dicionário online de português, birra significa a consequência de quem contrariaria alguém por capricho, sem razão aparente, especialmente fazendo uma cena, chorando e gritando. A psicóloga Bárbara Emprota explica que esses momentos de frustração dos pequenos são necessários para prepará-los para o futuro.

"O adulto precisa acolher esse sentimento, sustentar os limites necessários e incentivar essa criança a buscar alternativas. Então, assim, os dois anos é a idade de birra. É muitas emoções ali na cabecinha. Então, a gente precisa, é, ensinar a criança a nomear essas emoções, o que é que ela tá sentindo e ajudá-la a desenvolver formas de lidar com essa frustração."

É nessa fase dos dois anos, também chamada de "bebelescência" ou "adolescência dos bebês", em que se encontra Beatriz, filha do cirurgião ginecológico Deraldo Falcão.

"A gente dá o tempo dela ou então a gente tenta abraçar se ela permitir isso. Ela é uma menina muito carinhosa, então ela permite, chora e a gente tenta: "Filha, o que é que tá acontecendo? O que é que você, o que é que você quer?" "Ah, eu quero ligar o coelho eletrônico." "Tá, mas isso a gente pode fazer depois." Então a gente tenta acalmar ela sabendo o que é que ela quer, tá chateada e tentar nomear essas essas emoções."

O psiquiatra Vinícius Pedreira, especialista em infância e adolescência do Hospital Mater Dei, explica que é necessária uma intervenção para mostrar quem está no controle, mas isso não envolve bater ou levantar a voz.

"O importante é você educar. E como você vai educar? Explicando sobre a situação, demonstrando que há uma noção de autoridade, ou seja, não é bater, não é castigar, mas entender que há limites e ele precisa obedecer esses limites. Ou seja, você tentar estimular que essa criança expresse a emoção dela. Isso já contribui bastante para que ele possa desenvolver essa inteligência emocional."

2:11
Compartilha esta notícia:

Notícias relacionadas